1. Encerrar a greve, mantendo a mobilização, em assembleia permanente;
  2. Discutir e organizar a reposição das aulas e avaliações conjuntamente com os estudantes, visando a preservar a qualidade de ensino e o respeito ao movimento dos estudantes, que permanecem em greve em várias unidades;
  3. Elaborar um manifesto de encerramento da greve, a ser encaminhado a todos(as) os(as) colegas para ser lido em sala de aula, durante o período de reposição;
  4. Constituir uma comissão de docentes para acompanhar e denunciar casos de cortes de ponto, descontos nos salários e punições  a grevistas;
  5. Preparar material sobre o processo de desmonte da Universidade, nos seus diferentes aspectos (Carreira, nova CPA, HU, Creches, Financiamento, etc) durante o mês de julho;
  6. Organizar dias da mobilização semanais, durante todo o mês de agosto,  com debates  em diferentes unidades sobre o processo de desmonte da USP;
  7. Paralisar as atividades docentes nos dias de reuniões do Co que discutirão as propostas da Reitoria sobre carreira e avaliação;
  8. Organizar, a partir das entidades representativas, reuniões com estudantes e funcionários visando a avaliar o movimento e a aperfeiçoar a articulação política entre as diferentes categorias;
  9. Instar os diretores e representantes das congregações a atuarem em concordância com a posição de suas unidades, especialmente no que se refere às propostas da Reitoria de Estatuto dos Docentes e nova CPA; cobrar dos diretores que relatem a reunião do reitor com os diretores, que substituiu a reunião do Co prevista para o dia 28/6.
A Assembleia aprovou também as seguintes recomendações:
  1. Enviar e-mails para a Reitoria com materiais que tratam do desmonte da Universidade;
  2. Apoiar as iniciativas da comissão indicada pela assembleia para discutir as mudanças no vestibular da  FUVEST.
 

Privatização / Conflito de interesses / Fundações

  • MPE-SP processa professor Lancha Jr. por uso indevido de bolsa da Fapesp

    O  Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE-SP) está acusando o professor titular Antônio Herbert Lancha Jr., da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE), de utilizar indevidamente recursos cedidos pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), incorrendo em crime de improbidade administrativa.
  • USP perdeu 500 professores efetivos desde 2014

    O número geral de docentes da Universidade de São Paulo caiu de 6.207, em setembro de 2014 (primeiro ano da gestão M.A. Zago-Vahan Agopyan), para 5.853 em fevereiro de 2018. Portanto, uma queda de 354 professores no corpo docente em pouco mais de três anos. Porém, o cenário é ainda mais grave quando computadas as perdas sofridas no quadro de professores efetivos. Como a maior parte da reposição de vagas abertas nesse período se deu por meio da contratação de professores precários (temporários), para voltar ao patamar de 2014 a USP precisa repor, atualmente, nada menos do que 499 docentes efetivos, na quase totalidade das unidades, isso sem incluir a reposição das aposentadorias.
  • Marcado para 27/2 julgamento da ação contra Lancha Jr. por improbidade no caso “Bod Pod”

    A 15a Vara da Fazenda Pública agendou para o dia 27/2/2018, às 14h00, a audiência de instrução (oitiva de testemunhas) e julgamento da ação judicial movida pelo Ministério Público (MPE-SP) contra o professor titular Antonio Herbert Lancha Jr., da Escola de Educação Física e Esportes (EEFE), por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito. A ação ajuizada pela 5a Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital diz respeito ao uso privado de um aparelho “Bod Pod”, adquirido pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pertencente à EEFE.
  • Recurso de Gualano empata (40 a 40) e “voto de minerva” do reitor endossa parecer da CLR

    A reunião do Co de 21/11 apreciou dois recursos de docentes contra decisões de suas respectivas congregações: do professor Bruno Gualano, da Escola de Educação Física e Esportes (EEFE), e da professora Marilda Ginez de Lara, da Escola de Comunicações e Artes (ECA).
  • Estudantes de Medicina e Enfermagem entram em greve por contratações no HU

    foto: Daniel Garcia Reunidos em assembleia no dia 13/11, os estudantes da Faculdade de Medicina (FMUSP) decretaram greve em defesa do Hospital Universitário (HU), a primeira greve estudantil do curso desde a Ditadura Militar (1964-1985). No dia seguinte, os estudantes da Escola de Enfermagem (EEUSP) aderiram à greve.

A pedido do reitor, tropa de choque da PM agride manifestantes

Ato de repúdio à violência institucional e policial na USP

Discussão sobre a aposentadoria dos docentes - parte 1/2

Discussão sobre a aposentadoria dos docentes - parte 2/2