1. Encerrar a greve, mantendo a mobilização, em assembleia permanente;
  2. Discutir e organizar a reposição das aulas e avaliações conjuntamente com os estudantes, visando a preservar a qualidade de ensino e o respeito ao movimento dos estudantes, que permanecem em greve em várias unidades;
  3. Elaborar um manifesto de encerramento da greve, a ser encaminhado a todos(as) os(as) colegas para ser lido em sala de aula, durante o período de reposição;
  4. Constituir uma comissão de docentes para acompanhar e denunciar casos de cortes de ponto, descontos nos salários e punições  a grevistas;
  5. Preparar material sobre o processo de desmonte da Universidade, nos seus diferentes aspectos (Carreira, nova CPA, HU, Creches, Financiamento, etc) durante o mês de julho;
  6. Organizar dias da mobilização semanais, durante todo o mês de agosto,  com debates  em diferentes unidades sobre o processo de desmonte da USP;
  7. Paralisar as atividades docentes nos dias de reuniões do Co que discutirão as propostas da Reitoria sobre carreira e avaliação;
  8. Organizar, a partir das entidades representativas, reuniões com estudantes e funcionários visando a avaliar o movimento e a aperfeiçoar a articulação política entre as diferentes categorias;
  9. Instar os diretores e representantes das congregações a atuarem em concordância com a posição de suas unidades, especialmente no que se refere às propostas da Reitoria de Estatuto dos Docentes e nova CPA; cobrar dos diretores que relatem a reunião do reitor com os diretores, que substituiu a reunião do Co prevista para o dia 28/6.
A Assembleia aprovou também as seguintes recomendações:
  1. Enviar e-mails para a Reitoria com materiais que tratam do desmonte da Universidade;
  2. Apoiar as iniciativas da comissão indicada pela assembleia para discutir as mudanças no vestibular da  FUVEST.
 

Privatização / Conflito de interesses / Fundações

  • Recurso de Gualano empata (40 a 40) e “voto de minerva” do reitor endossa parecer da CLR

    A reunião do Co de 21/11 apreciou dois recursos de docentes contra decisões de suas respectivas congregações: do professor Bruno Gualano, da Escola de Educação Física e Esportes (EEFE), e da professora Marilda Ginez de Lara, da Escola de Comunicações e Artes (ECA).
  • Estudantes de Medicina e Enfermagem entram em greve por contratações no HU

    foto: Daniel Garcia Reunidos em assembleia no dia 13/11, os estudantes da Faculdade de Medicina (FMUSP) decretaram greve em defesa do Hospital Universitário (HU), a primeira greve estudantil do curso desde a Ditadura Militar (1964-1985). No dia seguinte, os estudantes da Escola de Enfermagem (EEUSP) aderiram à greve.
  • Curso de Biotecnologia para quem?

    Foto: Imprensa EACH Em 5/9/2017, data dedicada ao maior patrimônio natural do planeta, a Amazônia, houve o lançamento do curso de Biotecnologia da USP. Sediado na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), a USP Leste, a partir de 2018, o curso foi aprovado em meio a várias crises, entre elas a dita financeira (mas que sabidamente é de financiamento), que impediu, por exemplo, que o corpo docente e funcional tivesse aumento salarial em 2017.
  • Comissão Sindicante da EEFE vê “fortes indicativos” de assédio moral de Lancha Jr. contra Bruno Gualano

    Grupo sugere à direção da unidade “imediata deflagração de processo administrativo disciplinar” contra o autor das “graves irregularidades” A Comissão Sindicante instaurada pela Portaria 22/2017 da Diretoria da Escola de Educação Física e Esportes (EEFE) para apurar assédio moral na unidade concluiu “haver indicativos de que o servidor docente Prof. Dr. Antonio Herbert Lancha Jr. adotou condutas irregulares”, “razão por que sugerimos a imediata deflagração de processo administrativo disciplinar [PAD], com o objetivo de garantir ao referido servidor o pleno exercício do contraditório e da ampla defesa (art. 5o, LV, CF/88)”.

A pedido do reitor, tropa de choque da PM agride manifestantes

Ato de repúdio à violência institucional e policial na USP

Discussão sobre a aposentadoria dos docentes - parte 1/2

Discussão sobre a aposentadoria dos docentes - parte 2/2