A terceirização do Clube da USP (antigo Clube dos Professores), levada a cabo pela Superintendência de Assistência Social (SAS) por orientação da gestão M.A. Zago-V. Agopyan, já foi objeto de reportagens do Informativo Adusp: vide http://ow.ly/10D89E e http://ow.ly/10D8wF.

A licitação para cessão do espaço a uma empresa privada ocorreu em 4/4/16, sem que os fun­cionários afetados pela medida, que ali trabalharam por décadas, tenham sido sequer avisados a respeito do seu novo local de trabalho. A denúncia é do Centro de Psicologia Aplicada ao Trabalho (CPAT), vinculado ao Instituto de Psicologia (IP-USP).

Ambiguidade

De acordo com o CPAT, há nesse caso, como em outros similares ocorridos na universidade, “uma ambiguidade apresentada aos servidores, ora dando a entender que poderão escolher onde gostariam de ir, ora que passarão a trabalhar com outras funções dentro da própria superintendência”.

No caso específico dos garçons, adverte o centro, a situação de incerteza fica mais evidente: “Como a vaga foi extinta, esses funcionários não poderão inscrever-se no Banco de Oportunidades e, assim, tentarem vagas mais próximas de suas formações e bagagens pessoais”.

Informativo nº 416