Hospital Universitário

  • M.A. Zago encerra gestão com mensagem pontuada por falácias, sem citar seu ataque ao HU, nem caso McKinsey

    Ao alegar que entregou “universidade pacificada”, ex-reitor omite que a Reitoria foi cercada por grades e que usou a PM para agredir manifestantes

    Em mensagem à comunidade universitária publicada em 22/1, Marco Antonio Zago apresentou um balanço da sua gestão reitoral, que se encerraria no dia 24/1. Na carta de duas páginas, ele comemora o fato de que “recuperamos a posição de universidade pública paulista com o menor dispêndio com pessoal”. Uma tabela inserida no texto, intitulada “Variação do Quadro de Pessoal” da USP, apresenta dados dramáticos que, no entanto, o hoje ex-reitor considera favoráveis: desligamento de 217 docentes e de 3.786 funcionários técnico-administrativos, entre 2013 e 2017.

  • Conselho Deliberativo do HU, omisso na crise?

    foto: Daniel Garcia

    Que papel vem desempenhando o Conselho Deliberativo (CD) do Hospital Universitário da USP (HU) na situação de colapso vivida pelo hospital? Afinal, o CD é composto pelos diretores das seis unidades de ensino da universidade que têm no HU o seu hospital-escola: Faculdade de Medicina (FM), Escola de Enfermagem (EE), Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF), Faculdade de Odontologia (FO), Faculdade de Saúde Pública (FSP) e Instituto de Psicologia (IP). Fazem parte ainda da sua composição um representante discente; um representante dos servidores técnicos e administrativos da USP; e um representante dos usuários do Distrito de Saúde do Butantã.

  • Nova passeata em defesa do HU ataca Alckmin e Zago

    Foto: Daniel Garcia

    Moradores da região, membros do coletivo Butantã na Luta, funcionários do Hospital Universitário e estudantes em greve da Medicina e Enfermagem realizaram um novo ato contra o desmonte do HU no dia 7/12. A manifestação também contou com o apoio da Adusp, do Sintusp, do DCE e do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp).

  • Colapso do HU leva CA da Enfermagem a rasgar diplomas dos médicos Zago e Alckmin

     

    Um grupo de 35 estudantes da Escola de Enfermagem (EE) e um do curso de Terapia Ocupacional (TO-FM) montou acampamento e dormiu no Hospital Universitário (HU) na noite de 30/11 para 1º/12. Na manhã do dia 1º/12, dando continuidade ao chamado “Dormidaço”, eles realizaram um ato de protesto, durante o qual rasgaram e atearam fogo a cartolinas que representavam os diplomas de medicina do reitor M.A. Zago e do governador Geraldo Alckmin (PSDB), principais responsáveis pela situação de colapso do HU.

  • Co de 28/11 rejeita a contratação de servidores para o Hospital Universitário e reajuste salarial

    Em sessão extraordinária o Conselho Universitário da USP (Co) se reuniu no dia 28/11 para deliberar sobre os destaques à proposta de Diretrizes Orçamentárias apresentados na reunião anterior, de 21/11. Formuladas pela Comissão de Orçamento e Patrimônio (COP) e alinhadas à política de “ajuste fiscal” do reitor M.A. Zago, as diretrizes representam a etapa inicial de elaboração do Orçamento de 2018, que será votado na próxima reunião do Co, no dia 12/12.

  • Apoiado por moradores, protesto “abraça” HU contra desmonte

    foto: Daniel Garcia

    No dia 24/11, cerca de duas mil pessoas — estudantes, professores, funcionários e moradores da região do Butantã — participaram de uma passeata em defesa do Hospital Universitário e lhe deram um abraço simbólico, em resposta ao deliberado desmonte promovido pela Reitoria com a anuência do governador Geraldo Alckmin (PSDB). O ato foi convocado pelo Coletivo Butantã na Luta e recebeu apoio da Adusp, Sintusp, Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Diretório Central dos Estudantes-Livre “Alexandre Vannucchi Leme”, além de vários centros acadêmicos, parlamentares e movimentos sociais, como o Fórum de Popular de Saúde.

  • Estudantes de Medicina e Enfermagem entram em greve por contratações no HU

    foto: Daniel Garcia

    Reunidos em assembleia no dia 13/11, os estudantes da Faculdade de Medicina (FMUSP) decretaram greve em defesa do Hospital Universitário (HU), a primeira greve estudantil do curso desde a Ditadura Militar (1964-1985). No dia seguinte, os estudantes da Escola de Enfermagem (EEUSP) aderiram à greve.

  • Debate de 19/10 desnorteia Vahan e projeta Sauer e Arminda na defesa do HU e creches

    foto: Daniel Garcia

    Realizado em 19/10, no auditório 5 da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), às vésperas da consulta oficial (23/10) e a onze dias da eleição (30/10), o terceiro e último debate entre os reitoráveis organizado pela Comissão Eleitoral representou uma mudança de patamar na discussão entre as quatro chapas, bem como na relação entre os movimentos sociais e as candidaturas. A polarização cresceu ao longo das quase duas horas e meia de debate, culminando com um vibrante protesto em defesa do HU.

  • Pesquisa atesta a importância do HU para população da região do Butantã

    Foto: Daniel Garcia

    No dia 17/10, no Auditório da História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), o coletivo Butantã na Luta apresentou os resultados de uma pesquisa de opinião realizada com os moradores do Butantã a propósito da relação existente entre a população e o Hospital Universitário da USP (HU). Formado por moradores da região, o coletivo Butantã na Luta tem caráter suprapartidário e está organizando uma ampla campanha em defesa do HU.

  • No debate entre reitoráveis, alunos da FM exigem contratações já no HU e gritam “Fora, Vahan”

    Foto: Daniel Garcia

    Numeroso grupo de alunos da Faculdade de Medicina (FM), liderados pelo Centro Acadêmico Oswaldo Cruz (CAOC), compareceu ao debate oficial entre os reitoráveis realizado na manhã desta quinta-feira, 19/10, para exigir contratações imediatas e a reversão do processo de desmonte do Hospital Universitário (HU). Houve grande pressão sobre o candidato do situacionismo, vice-reitor afastado Vahan Agopyan, que precisou improvisar explicações sobre o hospital ao comentar o tema a pedido da mesa, recebeu vaias, e no encerramento teve de ouvir o coro “Fora, Vahan!”.

  • Alunos da Medicina farão protesto em defesa do HU durante debate de reitoráveis de 19/10

    Uma assembleia geral do Centro Acadêmico Oswaldo Cruz (CAOC), da Faculdade de Medicina (FM), realizada em18/10 com a finalidade de discutir a situação do Hospital Universitário da USP (HU) e dos estágios da Pediatria (quinto ano), aprovou paralisação de um dia, a ocorrer nesta quinta feira, 19/10, para que os alunos possam comparecer ao debate oficial entre os reitoráveis previsto para ocorrer nesta mesma data, das 10 às 12 horas, no auditório 5 da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA).

    "A decisão pela paralisação se fez necessária para a mobilização dos alunos da Medicina diante do cenário de desmonte do Hospital Universitário da USP", diz nota do CAOC. "Sabemos, há muito, que o HU ocupa um papel importantíssimo tanto na assistência da população na região Oeste, quanto no ensino dos graduandos e pós graduandos dos cursos da área da saúde da USP.

  • Marcha em defesa do HU mobiliza estudantes de diversos cursos da USP

  • Entidades oficiam ao secretário particular de Alckmin em busca de medidas urgentes contra crise do HU

    O Fórum Regional de Mulheres da Zona Oeste e outras quatro entidades -- Conselho de Saúde do Butantã, Conselho Participativo Municipal do Butantã,  Adusp e Sintusp -- encaminharam ofício para Maurício de Oliveira Pinterich, secretário particular do governador Geraldo Alckmin, pedindo "urgência" do governo estadual em relação a medidas para resolver a "grave crise enfrentada pelo Hospital Universitário (HU)". Leia abaixo o documento, protocolado em 8/6 pelo próprio Pinterich, que se comprometeu a encaminhar o assunto. 
     
  • Após reunião com Simesp, Sintusp e Adusp sobre desmonte e caos no HU, Promotoria da Saúde decide convocar reitor da USP

    O promotor Arthur Pinto Filho, do Ministério Público Estadual de São Paulo, tomou a iniciativa, nesta segunda-feira (6), de marcar uma reunião entre o fim desta semana e o início da próxima com representantes do Ministério da Saúde; das secretarias estadual e municipal de saúde; o reitor da Universidade de São Paulo (USP), Marco Antonio Zago; e membros das diretorias da Escola de Enfermagem e da Faculdade de Medicina no sentido de buscar soluções para a crise que afeta o hospital.

  • O desmonte programado do HU

  • Comissão de estudos criada pelo próprio reitor recomenda, por consenso, “que o HU permaneça vinculado à USP”

    Decisão representa derrota para gestão M.A.Zago-V. Agopyan, que vinha tentando desmantelar e desvincular o hospital

    A comissão criada pela Portaria GR 965, de 11/9/2014, “com a incumbência de realizar estudos sobre a proposta de vinculação do Hospital Universitário [HU] à Secretaria Estadual de Saúde, que será analisada no Conselho Universitário [Co], propondo modificações ou estabelecendo as salvaguardas necessárias, em especial no que diz respeito à manutenção da qualidade do ensino e da pesquisa”, encaminhou suas conclusões ao reitor M.A. Zago em 7/7. A primeira delas é “que o HU permaneça vinculado à USP”, o que representa uma derrota do projeto inicial da Reitoria, de desvincular o hospital e transferir sua gestão para a Secretaria da Saúde. A comissão também defende que sejam garantidas as condições necessárias ao funcionamento do HU, “compatíveis com a qualidade da assistência, a segurança de pacientes e trabalhadores e a excelência do ensino”.

  • Mais mobilização contra a vetusta intransigência do Cruesp e a “austeridade” do governo Alckmin

    Resolução da Assembleia Geral da Adusp de 28/5/15

    A reunião entre Fórum das Seis e Cruesp de 25/5/15 terminou com uma proposta dos reitores altamente insuficiente no que se refere à preservação do poder aqui­si­tivo dos salários e das condições de vida de docentes e funcionários técnico-administrativos.

  • Relatório do Cremesp ao Ministério Público responsabiliza Zago por grave crise do HU

    Fiscalização relata desativação de 45 leitos e encontra 23 pacientes atendidos em maca

    Em relatório referente a vistoria realizada em 9/4/15, elaborado a pedido do promotor de justiça Arthur de Souza Pinto, do Ministério Público Estadual, o Conselho Regional de Medicina (Cremesp) responsabiliza o reitor da USP pela situação crítica em que se encontra o Hospital Universitário (HU). “Pelo menos 45 leitos foram desativados” em decorrência das medidas restritivas implantadas pela Reitoria, informa o relatório. A fiscalização do Cremesp deparou-se com 23 pacientes atendidos em maca, o que demonstra precarização do atendimento.

  • Faculdade de Ciências Farmacêuticas defende permanência do HU na USP

    A Congregação da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF-USP) emitiu em 15/5 uma “Carta Aberta aos Alunos, Docentes e Funcionários da USP”, por meio da qual informa que mantém “uma parceria extremamente bem-sucedida com o Hospital Universitário [HU] da USP”, reconhece a “contribuição fundamental do HU na formação de profissionais competentes” e rejeita “qualquer medida que comprometa esta atuação”.

  • HU tem bons indicadores, segundo relatório do Proahsa

    Por iniciativa do Centro Acadêmico Oswaldo Cruz (CAOC), da Faculdade de Medicina (FMUSP), no dia 28/4 foi apresentado um relatório do Programa de Altos Estudos em Administração Hospitalar e Sistemas de Saúde (Proahsa) sobre o Hospital Universitário (HU). A apresentação, iniciada às 12h30 no anfiteatro da Patologia da FMUSP, ficou a cargo do professor José Manoel de Camargo Teixeira e durou cerca de uma hora. Ao final houve um rápido debate com os presentes, entre os quais se encontravam José Otávio Auler, diretor da FMUSP, Waldyr Jorge, superintendente do HU, José Pinhata Otoch, diretor clínico, e outros gestores do HU.