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Leopoldo Magno Coutinho (foto) foi professor do Instituto de Biologia da USP durante quase trinta e cinco anos. Já aposentado há cerca de vinte anos, ele se mantém filiado à Adusp. “Eu me aposentei e não havia por que me desfiliar. A Adusp é uma associação dos docentes e, embora eu já esteja aposentado, eu me sinto ainda como um docente da USP e quero prestigiar e apoiar no que eu puder. Apoiar a categoria e apoiar os pontos de vista que a Adusp assume”, explica o professor.

“Seria importante que todos os docentes aposentados continuassem apoiando a Adusp com sua contribuição”, avalia. Uma atividade da Adusp que ele considera das mais importantes é a luta pelo poder aquisitivo dos salários, que também interessa aos  aposentados.

Edda Bomtempo, professora aposentada do Instituto de Psicologia desde 1999, também continua filiada à Adusp. Edda permanece ligada à universidade, orientando estudantes na pós-graduação, e manteve sua filiação porque, diz ela, “a Adusp cuida dos nossos interesses”, referindo-se aos professores em geral, sejam aposentados ou não. “O que a Adusp fizer para os professores, vai fazer para os aposentados”, sustenta ela.

A professora conta que quando se aposentou não se preocupou com a questão de manter-se filiada ou não. “Mas depois pensei: não vou deixar de pagar, porque é importante estar ligada a uma associação que cuida dos interesses dos professores, ainda mais dos professores da USP”.

 

Matéria publicada no Informativo n° 256