A ocorrência de agressões físicas a alunas, por parte de colegas homens, tem sido uma constante dentro do Conjunto Residencial da USP (Crusp), sem que a Superintendência de Assistência Social (SAS), órgão da Reitoria, tome medida s eficazes para resolver o problema. No dia 4/4 ocorreu um novo caso: um estudante espancou sua companheira, com o agravante de que o irmão dele foi cúmplice.
 
Em protesto contra essa situação, um grupo de alunas decidiu ocupar dependências da SAS. E a Rede Não Cala, grupo de professoras da USP, de diferentes unidades, criado com 2014 com a finalidade de denunciar e combater a violência de gênero dentro da universidade, acaba de se pronunciar sobre o caso, exigindo da Reitoria providências urgentes: