“Por um Brasil e uma São Paulo com democracia e sem racismo”: este é o mote da 19a Marcha da Consciência Negra, que se realizará na capital paulista neste domingo (20/11), a partir das 10 horas, no MASP. Marchas e atos semelhantes deverão ocorrer nas principais cidades do país, para celebrar o Dia da Consciência Negra, numa conjuntura política em que o combate às discriminações raciais e ao racismo estrutural e institucional conquistou grande visibilidade. 

Assim, no momento em que se fala da necessária reversão do desmanche conduzido pelo governo Bolsonaro-Mourão na Fundação Cultural Palmares e na Fundação Nacional do Índio (Funai), bem como na possível criação de duas pastas ministeriais: Igualdade Racial e Povos Originários, a Marcha da Consciência Negra deverá reiterar, com grande ímpeto, a agenda de lutas e reivindicações dos movimentos sociais que contribuíram com a derrota da candidatura de Bolsonaro à reeleição. 

Na segunda-feira (21/11), às 10 horas, a Frente Paulista em Defesa do Serviço Público, da qual Adusp e Fórum das Seis fazem parte, promoverá uma atividade virtual sobre temas relacionados à agenda antirracista. “Interseccionalidade, sindicalismo, racismo e o papel da mulher negra” será o tópico desenvolvido por Rosi de Freitas, professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), militante do Andes-Sindicato Nacional e do Movimento de Mulheres Negras. “Metaverso: quem vai? Imersão e reconfiguração digital das desigualdades estruturais” ficará a cargo do professor Marcos Silva, da Universidade Federal do ABC (UFABC).

 
Utilizamos cookies

Utilizamos cookies neste site. Você pode decidir se aceita seu uso ou não, mas alertamos que a recusa pode limitar as funcionalidades que o site oferece.