Defesa do Ensino Público
Protesto da Apeoesp na Praça da República
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No dia 10/9, professores da rede estadual de ensino montaram acampamento em frente à Secretaria Estadual da Educação, na Praça da República, centro de São Paulo. Eles reivindicam a incorporação das gratificações ao salário, a elevação do piso salarial para R$ 1.733 (equivalente ao salário mínimo necessário calculado pelo Dieese), o fim da aprovação automática e a limitação do número de alunos por sala de aula a um máximo de 35.
Segundo o presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Carlos Ramiro, o governador José Serra e a Secretária de Educação têm se recusado a negociar com os professores: “Entregamos nossa pauta de reivindicações em fevereiro, a nossa data base foi em maio, e até agora o governo não deu resposta”.
Os professores armaram tendas e promoveram aulas públicas. A previsão é de que levantassem o acampamento no dia 14/9, quando deveria ocorrer uma assembléia da categoria no local, para debater a possibilidade de greve. “Esperamos que o governador abra negociações até amanhã [14/9], caso contrário entraremos em greve”, disse Ramiro.
Matéria publicada no Informativo n° 244
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Professores acampados: à espera de negociação