Campanha Salarial 2016
Escalada intimidatória e totalitária da Reitoria da USP
17/06/2016 13h09
A Diretoria da Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo (Adusp-S. Sind.) denuncia a manutenção da escalada intimidatória e totalitária pela Reitoria, que procura reiteradamente coibir os movimentos estudantis, sindicais e sociais que envolvem professores, funcionários e estudantes da USP.
Em um período em que o corpo da universidade está organizado, em greve pelo atendimento de suas reivindicações, uma atitude desta natureza expõe, uma vez mais, o despreparo e a indisposição da atual administração ao diálogo e à negociação.
Exortamos a Reitoria a vir a público explicar:
- por que a Polícia Militar (PM) já estava a postos às 18h de 16/6 na entrada do campus Butantã?
- por que o portão 2 havia sido fechado no mesmo horário, impedindo a saída de estudantes, funcionários e professores?
- por que a PM acompanhou a asssembleia dos estudantes em frente ao prédio da Reitoria?
- sob que alegação, a Tropa de Choque invadiu o Crusp, inclusive os blocos de apartamentos, com bombas de gás e bala de borracha?
É inaceitável a ação – violenta e previamente preparada – perpetrada pela PM contra estudantes no campus do Butantã na madrugada de 17/6.
São Paulo, 17 de junho de 2016
Diretoria da Adusp-S. Sind.
Diretoria da Adusp-S. Sind.
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- Faculdade de Direito aprova demissão do professor Alysson Mascaro, investigado por denúncias de abuso sexual; decisão final cabe ao reitor
- “Descongela Já” é aprovado no Senado e vai a sanção presidencial; Adusp engajou-se desde o primeiro momento na luta pelo reconhecimento dos dias trabalhados durante a pandemia
- No dia 26 de fevereiro, primeira Assembleia Geral de 2026 vai tratar do “Descongela Já” e de outras questões. Agende-se!
- Chapa de Aluisio Segurado e Liedi Bernucci é a mais votada na eleição reitoral da USP; lista tríplice será encaminhada a Tarcísio, a quem cabe a escolha
- Justiça Federal emite mandado de prisão contra o “hacker” Azael, autor de ataques à USP em março