Matérias do Informativo Adusp
Ação do Gatilho
Será que agora vai?
Em 31/8 ocorreu uma nova reunião entre a Adusp e representantes da Reitoria: Ana Maria da Cruz, procuradora-chefe da USP, e Lívia Maria, pertencente ao Gabinete da Reitora. O advogado da Adusp, Fernando Barros, também esteve presente.
Na pauta os mesmos pontos que há exatos 364 dias começaram a ser tratados com as mesmas representantes da administração: 1) acertar divergências quanto à lista de beneficiários da ação e 2) definir como devem ser feitos os cálculos do montante devido em função dos gatilhos não pagos ou pagos em atraso, durante o ano de 1987. A questão sobre a incorporação do resíduo de 32,96% continuaria sendo deixada para ser discutida após o fechamento dos dois primeiros itens, considerados menos problemáticos.
Acertar estes pontos havia sido o compromisso assumido pela professora Suely Vilella em junho do ano passado. Em reunião com a diretoria da Adusp, que tomou posse este ano, ela mostrou-se surpresa com o fato de que a Procuradoria da USP ainda não houvesse respondido às questões apresentadas pela entidade. Infelizmente, neste período tal discussão processou-se apenas através de petições junto ao juiz, o que apenas protela o cumprimento de uma sentença que já se encontra em fase de execução.
Cálculo da dívida
Há sinais de que agora podemos estar caminhando para uma definição concreta, iniciando-se a troca de informações sobre a lista de beneficiários. Aguardamos, ainda, uma manifestação sobre o cálculo da dívida restrita ao ano de 1987, feito pela Adusp em uma planilha específica.
De qualquer modo, prosseguimos com o rito formal em juízo. Entregue em 4/9, nossa última petição aponta novamente erros na lista de exclusões de beneficiários apresentada pela administração, bem como nos valores da dívida presumida que a universidade havia entregue em juízo. Também apresentamos formalmente ao juiz a planilha de cálculo, para um MS-1, dos gatilhos de 1987, bem como da dívida acumulada desde então em função do não pagamento do resíduo de 32,96%.
Esperamos que finalmente a administração da USP agilize essas tratativas com a Adusp, para que a sentença a que os docentes têm direito seja devidamente executada.
Matéria publicada no Informativo n° 244
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