Movimento Sindical
Não ao imposto sindical compulsório
Defendemos, junto com o Andes, nosso sindicato nacional, que nenhum trabalhador deve ser forçado a contribuir para um sindicato, nem se filiar a ele. Filiação e contribuição devem ser voluntárias.
A contribuição sindical obrigatória é um verdadeiro incentivo ao peleguismo, que tenta agora atingir os servidores públicos que, infelizmente, tem o apoio daqueles candidatos ao financiamento fácil, sem necessidade de programas de luta em defesa das condições de vida e trabalho dos representados.
A recente Instrução Normativa nº 01, do Ministério do Trabalho e Emprego, publicada em 3/10/08, estende o imposto sindical compulsório ao setor público.
Esse imposto seria correspondente a um dia de trabalho por ano, ou seja, 1/30 do salário mensal, descontado uma única vez. O montante assim arrecadado seria repartido da seguinte forma: Confederação – 5% ; Centrais sindicais – 10%; Federação – 15%; Sindicato – 60%; e Conta Especial Emprego e Salário – 10%. Existem, ainda, regras para a divisão do dinheiro em caso de inexistência de algum ou vários dos organismos sindicais apontados.
Estaremos atentos para a tentativa de extensão dessa violência, vigente para os trabalhadores do setor privado, aos docentes da USP.
Matéria publicada no Informativo nº 276
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- Fapesp recua parcialmente das mudanças na BEPE, após reprimenda do governador, mas entidades de pós-graduandos(as) mantêm pressão pela revogação total das medidas; novo ato ocorre nesta sexta (4/9)
- USP precisa fazer “perguntas que podem doer” em relação a suas políticas de armazenamento, segurança de dados e proteção dos sistemas, diz superintendente da STI
- Pós-graduandos não são recebidos por Zago e conversam na calçada com diretor da Fapesp sobre cortes em bolsas de pesquisa; nesta terça (1º/9), plenária virtual discute continuidade da mobilização
- A continuidade do desmonte do HU¹
- Ao celebrar, em evento da Fealq, “parcerias estratégicas” da USP com fundações privadas ditas de apoio, Segurado ignora a realidade de conflito de interesses e mercantilização do ensino