Matérias do Informativo Adusp
Gatilho salarial: Juiz concede trinta dias para nossa resposta
Agendada a primeira reunião com a Reitoria
Em 7/4, o juiz de direito da 4ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, que acompanha a causa do Gatilho Salarial, acatou a nossa solicitação de trinta dias de prazo para nos manifestarmos sobre o material que a USP anexou ao processo. Destacamos no pedido que há flagrantes irregularidades nos cálculos apresentados para a dívida, além de ser necessário um exame cuidadoso da listagem de beneficiários anexada, para assegurar o direito de nossos representados.
No transcorrer deste prazo é extremamente importante que a Reitoria cumpra aquilo que assumiu: discutir a questão com a Adusp, de modo que a sentença judicial, que repõe aquelas perdas salariais impostas pelo governo Quércia, seja cumprida devidamente.
No próximo dia 24/4, 10h, teremos uma reunião com o professor Wanderley Messias da Costa, representando a reitora, e a procuradora da Consultoria Jurídica da USP, Ana Maria da Cruz. Duas questões centrais estarão em foco nesta discussão: 1) a definição da lista de beneficiários, garantindo o direito de todos os abrangidos pela sentença; 2) o questionamento das interpretações recorrentes, apresentadas pela Consultoria Jurídica da USP, que buscam retalhar a sentença proferida pelo Juiz.
Queremos o compromisso da Reitoria de não lançar mão de expediente protelatório na consecução dos direitos que a Justiça nos garantiu.
Matéria publicada no Informativo nº 211
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- Causa comoção a morte de estudante da Esalq, de apenas 19 anos, em república de Piracicaba
- Alesp aprova Lei de Diretrizes Orçamentárias, com repasse de “no mínimo” 9,57% do ICMS-QPE para as universidades e renúncia fiscal de R$ 80 bilhões
- Entidades e trabalhadores(as) denunciam devastação da ciência argentina sob Javier Milei; investimento do país no setor cai para 0,15% do PIB, o menor em quase seis décadas
- “Carta de São Luís”, resultante do 69º Conad, define derrota da extrema-direita como prioridade política, e cita ação brutal da PM na Reitoria da USP como exemplo de criminalização das lutas em defesa da educação pública
- “Crise das importações” gerada pela Fapesp leva Reitoria da USP a adotar “solução estrutural” que depende, quem diria, de fundações privadas ditas de apoio