Matérias do Informativo Adusp
Gatilho: Adusp cobra agilidade
Em reunião no dia 20/5/2008 na Reitoria, com a presença do vice-reitor, professor Franco Lajolo, a Adusp reiterou que está faltando rapidez e solicitou mais empenho da administração nas tarefas da universidade relativas à ação do gatilho.
Em 3/4 havíamos enviado à reitoria uma listagem, com 414 nomes que constavam da petição inicial, pedindo esclarecimentos sobre sua situação funcional com conseqüente inclusão ou não na lista. Em 19/5, recebemos resposta sobre 208 destes nomes e já durante a reunião de 20/5 a Adusp contestou algumas das informações recebidas que serão agora reavaliadas pela Reitoria.
A Reitoria forneceu cópias de documentos funcionais de 26 docentes (de 46 solicitados) que também serão analisados pela Adusp.
Em resumo, a Reitoria precisa informar a situação de 206 nomes da listagem dos “414” e também de 20 nomes da lista dos “46”. Por fim, mas não menos importante, aguardamos a manifestação sobre o material enviado pelos pesquisadores dos museus (recebido pela Reitoria em 13/5/2008).
Através de e-mail enviado à Adusp em 3/6/2008, a Reitoria informou a alocação adicional de funcionários e indicou que “… Com esses recursos estima-se um prazo final de 60 (sessenta) dias para ser fechada a lista final incontroversa, sendo que os resultados parciais serão noticiados, no interregno, para a entidade.”
O prazo nos parece exagerado e reivindicamos mais agilidade.
Matéria publicada no Informativo nº 261
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- Causa comoção a morte de estudante da Esalq, de apenas 19 anos, em república de Piracicaba
- Alesp aprova Lei de Diretrizes Orçamentárias, com repasse de “no mínimo” 9,57% do ICMS-QPE para as universidades e renúncia fiscal de R$ 80 bilhões
- Entidades e trabalhadores(as) denunciam devastação da ciência argentina sob Javier Milei; investimento do país no setor cai para 0,15% do PIB, o menor em quase seis décadas
- “Carta de São Luís”, resultante do 69º Conad, define derrota da extrema-direita como prioridade política, e cita ação brutal da PM na Reitoria da USP como exemplo de criminalização das lutas em defesa da educação pública
- “Crise das importações” gerada pela Fapesp leva Reitoria da USP a adotar “solução estrutural” que depende, quem diria, de fundações privadas ditas de apoio