Defesa do Ensino Público
Adusp convoca reunião de entidades para organizar luta unitária contra movimento “Escola Sem Partido”
A Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo (Adusp), Seção Sindical do Andes-Sindicato Nacional, lançou um convite a “todas as entidades, sindicais ou não, representativas dos professores do ensino público e privado, em todos os níveis, bem como associações ou coletivos de docentes de caráter regional ou setorial, os cursinhos populares e representantes dos professores das escolas e universidades mobilizadas”, para que participem de uma reunião a realizar-se em 22/11, quinta-feira, às 18 horas, na Sala Francisco Morato (Sala dos Estudantes) da Faculdade de Direito da Universidade de Sâo Paulo (Largo São Francisco, 95), com a finalidade de criação de uma organização unitária contra o movimento “Escola Sem Partido”.
De acordo com o convite, a Adusp propõe a organização de “ações concretas e unitárias em defesa da educação e de todos os colegas, direta ou indiretamente, ameaçados pelos defensores da dita ‘escola sem partido’ ou afins, que procuram através da intimidação a imposição na prática de uma escola, na verdade, de ‘partido único’, com o cerceamento da democracia e da pluralidade de ideias”.
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- Conselho Universitário aprova GACE com 93 votos favoráveis, apesar de protestos de funcionários e discentes
- Reitor demite Alysson Mascaro, que lecionava na Faculdade de Direito, depois de processo que investigou denúncias de assédio e abuso sexual de estudantes
- Adusp realiza Assembleia Geral no dia 7 de abril para discutir proposta de reajuste do Fórum das Seis; Cruesp questiona índice de cálculo das perdas salariais
- Em resposta a ofício da Adusp, Codage diz que informe de rendimentos lançado no MarteWeb está correto e pode ser utilizado na declaração do IRPF
- Por 72 a 6, Conselho Universitário rejeita parecer da CLR que recomendava anular contratação de docente da ECA por episódio de “troca de livros”; presidenta da comissão admitiu equívoco, e mudou seu voto