Isonomia
Negociação não avança, continua a greve na EEL
Após protesto de cerca de 200 pessoas entre professores, funcionários e alunos da Escola de Engenharia de Lorena (EEL) diante da Reitoria, no dia 30/8, o reitor resolveu receber o grupo todo no Anfiteatro Camargo Guarnieri, na mesma data. “O reitor promoveu uma audiência pública, na qual pudemos explicar que nosso movimento não visa a aumentos salariais, mas a uma solução definitiva para a questão dos servidores da EEL e que queremos o fim das perseguições das quais somos vítimas por parte da Secretaria de Desenvolvimento”, declara o docente Domingos Giordani, chefe do Departamento de Química.
Grandino Rodas disse que a Reitoria está aberta a qualquer solução proposta pelo governo estadual para transferir a administração do quadro de funcionários celetistas da EEL para a Universidade, e que se compromete a convocar uma reunião extraordinária do Conselho Universitário para obter as autorizações necessárias. Acrescentou que a USP está disposta a pagar do seu próprio orçamento as diferenças salariais, para que todos os funcionários da EEL recebam o mesmo que seus colegas da USP.
Entretanto, até o momento o governo não permitiu essa transferência. Desse modo, continua a greve na EEL, iniciada em 11/8.
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