Mais uma vez, docentes filiados(as) à Adusp têm sido procurados(as) por golpistas que solicitam contato urgente para tratar da suposta liberação de valores advindos da ação judicial movida pela entidade contra a USP no caso da correção salarial quando da conversão da URV para o real, em 1994.

Os golpistas chegam a utilizar, audaciosamente, o nome do escritório da advogada Lara Lorena Ferreira, que representa a Adusp nessa e em outras demandas judiciais. Os golpistas também fazem referência ao número do processo, cujo andamento pode ser consultado publicamente no site do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

A situação não é nova, e já foi objeto de comunicados e advertências anteriores da Adusp.

A Adusp volta a alertar os(as) docentes de que se trata de uma fraude. Em hipótese alguma o(a) docente deve fornecer informações privadas ou fazer qualquer repasse de valores, a título de antecipação ou qualquer outra finalidade.

Caso seja procurado(a), não dê continuidade aos contatos, realizados pelos golpistas por meio de aplicativos de mensagens como o WhatsApp.

Se você receber alguma mensagem do tipo, utilize imediatamente os recursos do WhatsApp para bloquear e denunciar o número, e entre em contato com a Adusp pelos canais oficiais da entidade: telefones (11) 3091-4465 ou 3091-4466, e-mail secretaria@adusp.org.br.

Repetimos: a Adusp não está fazendo nenhum contato dessa natureza. A entidade está tomando as medidas cabíveis para denunciar os responsáveis pela fraude.

Em relação ao processo, a Adusp tem feito todos os esforços para que a USP cumpra a sentença judicial, já transitada em julgado, que obriga a universidade a corrigir os salários pagos a menor aos e às docentes quando da conversão.

Conforme a Adusp tem noticiado em seu site, a universidade vem adotando a postura de impetrar recursos com o único objetivo de protelar o cumprimento da sentença.

A entidade adverte ainda que todas as informações sobre a ação referente à URV são publicadas no site www.adusp.org.br e, assim como as demais notícias produzidas pelo seu Departamento de Jornalismo, enviadas exclusivamente pelos canais oficiais, como o boletim Expresso Adusp, encaminhado por e-mail e WhatsApp às sextas-feiras.

EXPRESSO ADUSP


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