Previdência
Votação da reforma da Previdência na Alesp fica para depois do Carnaval
20/02/2020 14h39
A sessão destinada à votação em segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição 18 (PEC 18/2019) na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) na noite desta quarta-feira (19/2) foi suspensa depois de bate-bocas, agressões e tumulto envolvendo deputados de vários partidos.
A votação da PEC 18/2019, que integra o pacote de medidas que alteram o regime de Previdência dos servidores públicos estaduais, deve ocorrer na primeira semana de março, depois do Carnaval.
Episódios semelhantes já haviam ocorrido na terça-feira (18/2), quando o projeto foi aprovado em primeiro turno pelo número mínimo de votos: 57 a favor e 31 contrários. Vários parlamentares ligados às corporações policiais votaram contra a PEC.
A reforma da Previdência do Estado só voltou à ordem do dia na Alesp depois das decisões tomadas na segunda-feira (17/2) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que suspenderam os efeitos de duas liminares que barravam a tramitação da reforma.
O pacote da reforma da Previdência enviado à Alesp pelo governo de João Doria (PSDB) inclui ainda o Projeto de Lei Complementar 80 (PLC 80/2019), que, até por decisão judicial, só poderá ser votado após a aprovação da PEC 18/2019. Entre as medidas previstas pela reforma estão o aumento da idade mínima para a aposentadoria e o aumento da alíquota de contribuição previdenciária dos servidores estaduais de 11% para 14%.
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- “Descongela Já” é aprovado no Senado e vai a sanção presidencial; Adusp engajou-se desde o primeiro momento na luta pelo reconhecimento dos dias trabalhados durante a pandemia
- “Filô” perde professor Elmir de Almeida, “ser de coração leve e revolucionário”, e decreta luto oficial por 3 dias
- No dia 26 de fevereiro, primeira Assembleia Geral de 2026 vai tratar do “Descongela Já” e de outras questões. Agende-se!
- Faculdade de Direito aprova demissão do professor Alysson Mascaro, investigado por denúncias de abuso sexual; decisão final cabe ao reitor
- Justiça Federal emite mandado de prisão contra o “hacker” Azael, autor de ataques à USP em março