Escritórios
Mudança de sede: Quo Vadis?
No Informativo Adusp 336, nos perguntávamos por que a Reitoria não dava prosseguimento ao processo de negociação de novo espaço no campus para a sede da Adusp. Já naquele momento (novembro de 2011) nos parecia injustificável a demora para tratar de tema tão urgente, na medida em que as obras no prédio da antiga (futura) Reitoria avançavam, o que tornava as condições de trabalho cada vez piores para diretores e funcionários da entidade (nem se fale, para os funcionários da USP ainda obrigados a trabalhar no local).
No início de dezembro de 2011, voltamos a nos reunir com os representantes da Reitoria; finalmente, a Procuradoria Geral concordou que não havia objeção legal a firmarmos um Termo de Permissão de Uso. Parecia que tudo caminharia com mais rapidez, a partir de então. Mas fomos surpreendidos, logo em seguida, com a informação de que a Reitoria não tinha nenhuma proposta, naquele momento, para um espaço definitivo destinado à sede da Adusp. Mais do que isso, não se comprometia a apresentar uma, mesmo que dilatássemos o prazo previsto para esse fim.
A representação da Adusp, mais uma vez interessada em superar qualquer possibilidade de impasse, propôs então que a Reitoria aumentasse o espaço no prédio da antiga prefeitura do campus, que inicialmente seria a sede provisória da entidade, para que pudesse se tornar um espaço definitivo. Comprometeram-se então os representantes da Reitoria a estudar essa possibilidade e a voltar a se reunir com a Adusp.
Ampliação
Nova reunião ocorreu em 22 de dezembro: desta vez, a Reitoria apresentou proposta de ampliação do espaço, que nos pareceu razoável. Perguntamos se haveria possibilidade técnica de virmos a construir um segundo piso naquele espaço e os professores Alberto Carlos Amadio e Wanderley Messias da Costa, que representam a Reitoria nessa negociação, se comprometeram a verificar se isso seria possível.
Por seu lado,a Adusp se comprometeu a encaminhar nova proposta de Termo de Permissão de Uso, fazendo as adequações da proposta anterior à nova situação. Comprometeu-se também a elaborar um projeto executivo das reformas que precisariam ser feitas no local que abrigaria a nova sede da entidade.
Em meados de fevereiro, encaminhamos à Reitoria a nova minuta, comunicando que o projeto executivo estava sendo elaborado, mas que poderíamos firmar o Termo, condicionando sua validade à apresentação do projeto. Temos insistido na urgência de firmarmos o Termo, sem sucesso até o momento.
Enquanto isso, as obras avançam e as condições de trabalho no prédio da Antiga Reitoria ficam cada vez piores.
Mais uma vez, a atitude da Reitoria de protelar esse processo de negociação configura um desrespeito inaceitável para com a entidade.
Informativo nº 341
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- Adusp ajuíza ação civil pública que questiona cálculo da USP para pagamento do 13º salário a docentes aposentados(as)
- Extrema-direita cresce no Congresso, elege os governadores de Sudeste e Sul e busca vencer 2º turno da eleição presidencial; disputa entre Lula e Flávio definirá se Brasil continuará, ou não, democrático e soberano
- Provocadores de extrema-direita voltaram a agir no prédio da História e Geografia, e só se retiraram depois que a FFLCH chamou a Polícia Militar
- Assembleia Geral da Adusp na próxima terça-feira (13/10) debate eleição presidencial e financiamento das universidades estaduais a partir das mudanças provocadas pela reforma tributária
- Estudantes são feridos em novo ataque da extrema-direita à USP, protagonizado pelo vereador Lucas Pavanato (PL) e seus seguranças