Condições de trabalho
A terceirização do Clube da USP e o desrespeito aos seus funcionários
A terceirização do Clube da USP (antigo Clube dos Professores), levada a cabo pela Superintendência de Assistência Social (SAS) por orientação da gestão M.A. Zago-V. Agopyan, já foi objeto de reportagens do Informativo Adusp: vide http://ow.ly/10D89E e http://ow.ly/10D8wF.
A licitação para cessão do espaço a uma empresa privada ocorreu em 4/4/16, sem que os funcionários afetados pela medida, que ali trabalharam por décadas, tenham sido sequer avisados a respeito do seu novo local de trabalho. A denúncia é do Centro de Psicologia Aplicada ao Trabalho (CPAT), vinculado ao Instituto de Psicologia (IP-USP).
Ambiguidade
De acordo com o CPAT, há nesse caso, como em outros similares ocorridos na universidade, “uma ambiguidade apresentada aos servidores, ora dando a entender que poderão escolher onde gostariam de ir, ora que passarão a trabalhar com outras funções dentro da própria superintendência”.
No caso específico dos garçons, adverte o centro, a situação de incerteza fica mais evidente: “Como a vaga foi extinta, esses funcionários não poderão inscrever-se no Banco de Oportunidades e, assim, tentarem vagas mais próximas de suas formações e bagagens pessoais”.
Informativo nº 416
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- Extraordinária mobilização popular e centralidade das pautas trabalhistas e sociais deram vitória a Lula, em “virada” histórica
- Nesta sexta 30, às 14h, comitê homenageia Santo Dias, assassinado pela Polícia Militar em 1979, durante a greve da Sylvania
- Distribuição de recursos da ABCD para bibliotecas da USP mediante edital competitivo é “retrocesso” e deve ser revista, adverte Congregação da FFLCH
- Evidências científicas de fraude sistêmica no Provão Paulista são ignoradas pelo governo estadual, que fala em ampliar número de vagas no ensino superior oferecidas pelo exame
- “Organização social de saúde” presidida por Ludhmila Hajjar vence chamamento do Ministério da Saúde para gerir “Hospital Inteligente”, tendo como sócios Carlotti Jr. e Guido Cerri; contrato de gestão envolve R$ 1,95 bilhão em quatro anos