Defesa da Universidade
CPI criada na Alesp para investigar universidades públicas tem na sua composição Janaína Paschoal (PSL), Barros Munhoz (PSDB) e Bebel (PT)
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada na Assembleia Legislativa (Alesp) para “investigar irregularidades na gestão das universidades públicas do Estado de São Paulo, em especial quanto à utilização das verbas públicas repassadas a elas”, terá entre seus componentes tanto deputados veteranos, como o ex-presidente da casa Barros Munhoz (PSDB), como deputados em primeiro mandato, como Janaína Paschoal (PSL), professora da Faculdade de Direito (FD-USP), e Professora Bebel, como é conhecida Maria Izabel Azevedo Noronha, presidente da Apeoesp, maior sindicato de professores do ensino médio do país.
Além do principal autor do requerimento de criação dessa CPI, Wellington Moura (PRB), fazem parte ainda da comissão, como membros titulares, os seguintes deputados: Carla Morando (PSDB), Daniel José (Novo), Professor Kenny (PP), Jorge Caruso (MDB) e Leci Brandão (PCdoB). Os suplentes são Tenente Nascimento (PSL), Paulo Fiorilo (PT), Roberto Engler (PSDB), Marcos Zerbini (PSDB), Sebastião Santos (PRB), Heni Ozi Cukier (Novo), Delegado Olim (PP) e Léo Oliveira (MDB). Única eleita por seu partido, a representante do PCdoB não tem suplente.
Os membros da comissão foram nomeados pelo Ato 48 do presidente da Alesp, deputado Cauê Macris (PSDB), datado de 11/4. Assim, a esquerda está em franca minoria: conta apenas com Bebel e Leci Brandão — esta, por sinal, uma das signatárias do requerimento de criação da CPI.
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