Nota da Diretoria
Total solidariedade aos colegas Everaldo Andrade e Lincoln Secco e à FFLCH
A Diretoria da Associação de Docentes da Universidade de São Paulo (Adusp) manifesta total solidariedade aos colegas Everaldo de Oliveira Andrade e Lincoln Secco diante do ato de intimidação de matriz fascista que consistiu na pichação das suas salas com mensagens ofensivas e agressivas.
Este episódio é o mais recente de uma série de ataques intimidatórios por parte de grupos organizados da extrema-direita que a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP está sofrendo neste ano. Não é casual a escolha da FFLCH como alvo destas agressões, sendo esta unidade lugar de debate crítico e democrático da sociedade.
Por isso a Diretoria da Adusp reforça sua solidariedade e apoio à FFLCH e seus alunos, docentes e funcionários técnicos e administrativos. Repudiamos com veemência qualquer forma de intimidação, violência ou tentativa de silenciamento no ambiente de trabalho.
A universidade deve permanecer um espaço de debate público livre de ameaças e discursos de ódio. A Diretoria da Adusp reafirma seu compromisso com um ambiente de respeito, pluralidade e proteção aos direitos de todas as pessoas e reforça sua disponibilidade a colaborar com a USP e FFLCH em iniciativas de defesa da democracia, dentro e fora da universidade.
Diretoria da Adusp
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- Causa comoção a morte de estudante da Esalq, de apenas 19 anos, em república de Piracicaba
- Abaixo-assinado publicado na Internet mobiliza comunidade para dar o nome de João Zanetic a via na Cidade Universitária
- “Crise das importações” gerada pela Fapesp leva Reitoria da USP a adotar “solução estrutural” que depende, quem diria, de fundações privadas ditas de apoio
- Surreal! Instituto Adolfo Lutz ameaçado de despejo pelo governo estadual a qualquer momento, para dar lugar ao “Hospital Inteligente” da cardiologista Ludhmila Hajjar
- Alesp adia novamente votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias; TCE critica elevado total de desonerações fiscais (R$ 80 bilhões) e fala em “orçamento paralelo das renúncias de receita”