Democracia na USP
Eleição de representantes dos segmentos docentes no Co terá segundo turno em 7/3
No primeiro turno da eleição de representantes dos segmentos docentes no Conselho Universitário (Co), realizado em 20/2, nenhuma das chapas concorrentes obteve maioria absoluta dos votos (metade mais um do total de eleitores potenciais). Portanto, a eleição das representações dos Professores Titulares, Professores Associados, Professores Doutores e Assistentes será decidida no segundo turno, marcado para o dia 7/3. Serão consideradas eleitas as chapas que vierem a conquistar, em cada segmento, maioria simples dos votos (metade mais um do total de votantes).
No caso dos Titulares, apenas duas chapas concorreram em 20/2. A chapa encabeçada por Amâncio Nunes de Oliveira (IRI) obteve 245 votos, contra 200 recebidos pela chapa de Murilo Araújo Romero (EESC), havendo ainda 25 votos nulos e 3 em branco. Ambas vão defrontar-se novamente no segundo turno.
No segmento dos Associados, o mais concorrido, disputarão o segundo turno as chapas lideradas por Marcílio Alves (EP), que recebeu 237 votos, e por Adrián Pablo Fanjul (FFLCH), que obteve 194. As demais chapas foram as de Ana Estela Haddad (FO), com 152 votos recebidos; de Bruno Caramelli (FM), com 101; e de Andres Rodriguez Veloso (FEA), com 46. Houve 23 votos nulos e 6 em branco.
Quanto aos Doutores, o segundo turno será disputado entre as chapas de Kimi Tomizaki (FE), com 437 votos recebidos, e de Tania Casado (FEA), com 187. Uma terceira chapa, a do professor Luiz Simões de Araújo (FEA), obteve 114, havendo ainda 44 votos nulos e 16 em branco.
No caso dos Assistentes, haverá segundo turno mesmo havendo uma única chapa, de Danny Dalberson de Oliveira (EP), que recebeu 6 votos. Assim, “em que pese a existência de uma única chapa, por não ter ela obtido maioria absoluta de votos, deverá ser realizada uma segunda votação, a teor do previsto no artigo 15 da Portaria GR 7.064/2018”, conforme comunicado do secretário geral Ignacio Poveda. Esse segmento docente corresponde a um quadro em extinção (MS-2), que conta com 30 docentes, segundo o Anuário USP 2016, ou 35, segundo o comunicado de Poveda.
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