Defesa do Ensino Público
Protesto da Apeoesp na Praça da República
|
|
No dia 10/9, professores da rede estadual de ensino montaram acampamento em frente à Secretaria Estadual da Educação, na Praça da República, centro de São Paulo. Eles reivindicam a incorporação das gratificações ao salário, a elevação do piso salarial para R$ 1.733 (equivalente ao salário mínimo necessário calculado pelo Dieese), o fim da aprovação automática e a limitação do número de alunos por sala de aula a um máximo de 35.
Segundo o presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Carlos Ramiro, o governador José Serra e a Secretária de Educação têm se recusado a negociar com os professores: “Entregamos nossa pauta de reivindicações em fevereiro, a nossa data base foi em maio, e até agora o governo não deu resposta”.
Os professores armaram tendas e promoveram aulas públicas. A previsão é de que levantassem o acampamento no dia 14/9, quando deveria ocorrer uma assembléia da categoria no local, para debater a possibilidade de greve. “Esperamos que o governador abra negociações até amanhã [14/9], caso contrário entraremos em greve”, disse Ramiro.
Matéria publicada no Informativo n° 244
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- “Descongela Já” é aprovado no Senado e vai a sanção presidencial; Adusp engajou-se desde o primeiro momento na luta pelo reconhecimento dos dias trabalhados durante a pandemia
- Projeto que descongela contagem de tempo da pandemia deve ser votado no Senado na próxima terça-feira (16/12)
- No dia 26 de fevereiro, primeira Assembleia Geral de 2026 vai tratar do “Descongela Já” e de outras questões. Agende-se!
- Faculdade de Direito aprova demissão do professor Alysson Mascaro, investigado por denúncias de abuso sexual; decisão final cabe ao reitor
- Projeto que restitui contagem de tempo da pandemia para o funcionalismo entra na pauta da Câmara dos Deputados e pode ser votado na próxima semana

Professores acampados: à espera de negociação