Defesa da Universidade
Congregação da FFCLRP repudia perseguição à professora Francirosy Barbosa
Reunida no dia 29/9, a Congregação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) aprovou moção de repúdio às agressões cometidas, desde 2021, contra a professora Francirosy Campos Barbosa, do Departamento de Psicologia Social da unidade.
Os ataques sofridos pela docente são objeto de uma investigação policial, como relatado em reportagem do Informativo Adusp. A Diretoria da Adusp já se manifestou a respeito do caso. Francirosy professa a religião muçulmana e, como resultado de suas pesquisas, publicou livros sobre o Islã, questões de gênero e decolonização.
“Como pesquisadora dessa Faculdade, a docente vem sendo perseguida em eventos científicos presenciais e virtuais por meio do envio de cartas difamadoras a reitorias de instituições de ensino superior, bem como solicitações demandando a exclusão de sua participação em eventos”, relata a moção, após destacar a trajetória acadêmica de Francirosy e sua atuação em defesa dos direitos humanos.
“A perseguição a docentes no exercício de sua profissão constitui uma intolerância inaceitável e incompatível com a vida e exercícios acadêmicos”, adverte. “Atinge todos aqueles que se dedicam a produzir e a difundir o conhecimento a partir desta Faculdade e a todos que defendem o Estado Democrático de Direito. A Congregação da FFCLRP, por este motivo, repudia tal agressão, e toda e qualquer perseguição àqueles que produzem o conhecimento científic
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- Governo estadual e cúpula da USP celebram entrada da Google no Instituto de Pesquisas Tecnológicas, embora a “big tech” forneça IA para o Pentágono; será “complexo de vira-latas”?
- Assembleia Geral de 3/6 decide suspender a greve e manter a mobilização por reajuste de 7,52%, convocando a categoria a participar do ato de 10/6
- Na próxima segunda-feira (1º/6), Assembleia Geral da Adusp debate rumos da greve; Codage comunica que folha de maio não incluirá reajuste salarial
- “Negociações salariais não foram interrompidas”, e serão retomadas “ao longo de 2026, tão logo o quadro econômico da arrecadação permita avaliações mais precisas do cenário fiscal”, alega Cruesp em nota
- Greve estudantil é encerrada na Poli e na Faculdade de Direito; DCE-Livre realiza assembleia geral na segunda (8/6) para decidir rumos do movimento