Representação sindical
Adusp realiza reunião nesta sexta-feira (24/1) para debater “Caderno de Textos” do 43º Congresso do Andes-SN
A Adusp realiza na próxima sexta-feira (24/1) uma reunião com a categoria para debater o Caderno de Textos do 43º Congresso do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), que será realizado entre os dias 27 e 31 de janeiro de 2025, na cidade de Vitória (ES).
A reunião será realizada às 14h na sede da Adusp, na Cidade Universitária, com participação remota por este link.
O Congresso terá como tema “Só o Andes-SN nos representa: dos locais de trabalho às ruas contra a criminalização das lutas”. A organização local cabe à Associação de Docentes da Universidade Federal do Espírito Santo (Adufes).
O Caderno de Textos reúne as propostas, análises e contribuições encaminhadas pelas seções sindicais, Diretoria Nacional e sindicalizadas e sindicalizados. São 76 textos distribuídos nos seguintes temas: Conjuntura e Movimento Docente; Planos de Lutas dos Setores; Plano Geral de Lutas; Questões Organizativas e Financeiras.
A delegação da Adusp ao 43º Congresso do Andes-SN será formada por: Gabrielle Weber (EEL), representando a Diretoria da Adusp; Celso Oliveira (FZEA); Everaldo Andrade (FFLCH); Francirosy Barbosa (FFCLRP); Márcio Moretto (EACH); e Marcos Carvalho (EACH). A presidenta da Adusp, Michele Schultz, participa na condição de diretora do Andes-SN.
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- Equipe de docentes e estudantes do curso de jornalismo da ECA fará checagem de fatos em tempo real, durante debate desta sexta (23) na Globo entre Lula e Bolsonaro
- Docentes da USP engajam-se na campanha pela reeleição do presidente Lula; nesta quinta, 22, haverá panfletagem no metrô Butantã
- Extraordinária mobilização popular e centralidade das pautas trabalhistas e sociais deram vitória a Lula, em “virada” histórica
- PEC 32/2020, maior retrocesso da administração pública brasileira na história da República
- Relatório final da CPI da Pandemia, em 2021, indiciou Jair Bolsonaro, Pazuello, Queiroga e membros do “gabinete paralelo”, inclusive Paolo Zanotto (ICB)