Carreira docente
Alesp pode votar PEC do teto salarial em 29/5, em segundo turno
Após ter sido aprovada em primeiro turno de votação na Assembleia Legislativa (Alesp) no dia 24/4, a Proposta de Emenda à Constituição Estadual (PEC) 5/2016, que determina o aumento do teto salarial dos funcionários públicos do Estado de São Paulo, poderá ser apreciada em segundo turno no dia 29/5, segundo informa a Associação dos Docentes da Unicamp. Para ser promulgada, como qualquer PEC, a emenda precisa passar por dois turnos de votação em sessões extraordinárias, cuja convocação depende do presidente da Alesp, deputado Cauê Macris (PSDB).
O segundo turno de votação chegou a ser convocado por Macris logo após o primeiro turno, mas não ocorreu por falta de quórum. Desde então, a votação da PEC em segundo turno tem sido negociada no Colégio de Líderes da Alesp, que reúne as lideranças partidárias da casa.
A Constituição Estadual define, no inciso XII do artigo 115, que “a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional”, no âmbito do Poder Executivo, não poderá “exceder o subsídio mensal do governador”, que hoje é de R$ 22.388,14.
A PEC 5/2016 altera esse dispositivo, e estabelece que o teto salarial do funcionalismo público estadual de São Paulo seja equiparado, de forma escalonada ao longo de quatro anos (71%, 80%, 90% e 100%), à remuneração dos desembargadores do Tribunal de Justiça (TJ-SP), que atualmente é de R$ 30.471,11.
Fortaleça o seu sindicato. Preencha uma ficha de filiação, aqui!
Mais Lidas
- Nesta sexta 30, às 14h, comitê homenageia Santo Dias, assassinado pela Polícia Militar em 1979, durante a greve da Sylvania
- Extraordinária mobilização popular e centralidade das pautas trabalhistas e sociais deram vitória a Lula, em “virada” histórica
- Distribuição de recursos da ABCD para bibliotecas da USP mediante edital competitivo é “retrocesso” e deve ser revista, adverte Congregação da FFLCH
- Evidências científicas de fraude sistêmica no Provão Paulista são ignoradas pelo governo estadual, que fala em ampliar número de vagas no ensino superior oferecidas pelo exame
- “Organização social de saúde” presidida por Ludhmila Hajjar vence chamamento do Ministério da Saúde para gerir “Hospital Inteligente”, tendo como sócios Carlotti Jr. e Guido Cerri; contrato de gestão envolve R$ 1,95 bilhão em quatro anos