Carreira docente
Frente à desinformação sobre verbas, Congregação da ECA aponta “clima de desconfiança” na progressão horizontal
Desinformação sobre os recursos financeiros disponíveis, e consequentemente “falta de transparência”, que por sua vez “propicia um clima de desconfiança em relação à equidade do processo”, bem como o fato de “não incorporar o quadro de servidores técnico-administrativos, tão importantes e com carreiras tão defasadas quanto a de docentes”, são alguns dos fatores que levaram a Congregação da Escola de Comunicações e Artes (ECA) a manifestar, em 18/11, seu “estranhamento” frente ao formato de progresssão horizontal na carreira docente em andamento na USP.
Na manifestação, a Congregação da ECA aponta ainda outras preocupações com o processo de progressão, tais como o “gasto de energia dentro da Universidade para tal movimento em um momento em que mal nos recuperamos das ameaças inerentes à aprovação do PL 529”, e a “proximidade dos prazos em que este deve se concluir (final de 2021/início de 2022) com os da avaliação acadêmica e institucional (final de 2022), prevista pela Resolução USP 7.272”.
Ainda de acordo com o documento, não há informações nem quanto ao montante de verbas destinadas à progressão, nem, “especialmente, sobre quais os critérios de alocação destas verbas entre as diversas unidades e departamentos da universidade”.
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